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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Ter amigos reduz nível de stress em crianças, diz estudo

 

Pesquisa identifica benefícios fisiológicos e psicológicos da amizade

Crianças enfrentam melhor os problemas quando estão acompanhadas por um amigo Crianças enfrentam melhor os problemas quando estão acompanhadas por um amigo (Thinkstock)
Uma pesquisa conduzida por cientistas canadenses e americanos identificou benefícios fisiológicos e psicológicos da amizade. A presença de um amigo, afirma a pesquisa, faz com que seja mais fácil superar momentos difíceis, aumenta a autoestima e diminui os níveis de stress.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: The Presence of a Best Friend Buffers the Effects of Negative Experiences

Onde foi divulgada: revista Developmental Psychology

Quem fez: William Bukowski, Ryan Adams e John Bruce Santo

Instituição: Universidade de Concordia, Canadá, Centro Médico Hospitalar Cincinnati, EUA, e Universidade de Nebraska, EUA.

Dados de amostragem: 55 meninos e 48 meninas de 5ª e 6ª séries de escolas de Montreal, Canadá

Resultado: Crianças acompanhadas por amigos durante situações de stress têm mais autoestima e produzem menos hormônio cortisol
Realizado com alunos de ensino fundamental de escolas de Montreal, no Canadá, o estudo mostrou que broncas de professores, ameaças e bullying são experiências menos dolorosas quando há um ombro amigo por perto.

Para chegar a essa conclusão, cientistas pediram aos estudantes que descrevessem suas sensações em um diário, por quatro dias. No mesmo período, os voluntários também doaram várias amostras de saliva para testes de quantidade do hormônio cortisol no corpo. Ele é produzido pela glândula adrenal, em resposta direta ao stress.

"Ter o melhor amigo presente durante eventos desagradáveis mostrou ter um impacto imediato no corpo e na mente da criança", disse o psicólogo William Bukowski, um dos autores do estudo. "Se a criança está desacompanhada quando se envolve em problemas, percebemos que há um incremento importante dos níveis de cortisol no corpo e uma diminuição da autoestima." Acompanhadas por amigos, as crianças produziram menos cortisol nos momentos estressantes.

Segundo os autores, este é o primeiro estudo a mostrar benefícios imediatos da amizade entre crianças. Para eles, a descoberta tem implicações de longo prazo na vida das crianças. "Nossas reações fisiológicas e psicológicas para as experiências negativas quando crianças têm impactos mais tarde na vida", explica Bukowski. "A secreção excessiva de cortisol tem consequências, incluindo a supressão imunológica e problemas na formação óssea. O estresse pode realmente retardar o desenvolvimento de uma criança", completa o cientista.

Ter amigos reduz nível de stress em crianças, diz estudo

Pesquisa identifica benefícios fisiológicos e psicológicos da amizade

Crianças enfrentam melhor os problemas quando estão acompanhadas por um amigo Crianças enfrentam melhor os problemas quando estão acompanhadas por um amigo (Thinkstock)
Uma pesquisa conduzida por cientistas canadenses e americanos identificou benefícios fisiológicos e psicológicos da amizade. A presença de um amigo, afirma a pesquisa, faz com que seja mais fácil superar momentos difíceis, aumenta a autoestima e diminui os níveis de stress.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: The Presence of a Best Friend Buffers the Effects of Negative Experiences

Onde foi divulgada: revista Developmental Psychology

Quem fez: William Bukowski, Ryan Adams e John Bruce Santo

Instituição: Universidade de Concordia, Canadá, Centro Médico Hospitalar Cincinnati, EUA, e Universidade de Nebraska, EUA.

Dados de amostragem: 55 meninos e 48 meninas de 5ª e 6ª séries de escolas de Montreal, Canadá

Resultado: Crianças acompanhadas por amigos durante situações de stress têm mais autoestima e produzem menos hormônio cortisol
Realizado com alunos de ensino fundamental de escolas de Montreal, no Canadá, o estudo mostrou que broncas de professores, ameaças e bullying são experiências menos dolorosas quando há um ombro amigo por perto.

Para chegar a essa conclusão, cientistas pediram aos estudantes que descrevessem suas sensações em um diário, por quatro dias. No mesmo período, os voluntários também doaram várias amostras de saliva para testes de quantidade do hormônio cortisol no corpo. Ele é produzido pela glândula adrenal, em resposta direta ao stress.

"Ter o melhor amigo presente durante eventos desagradáveis mostrou ter um impacto imediato no corpo e na mente da criança", disse o psicólogo William Bukowski, um dos autores do estudo. "Se a criança está desacompanhada quando se envolve em problemas, percebemos que há um incremento importante dos níveis de cortisol no corpo e uma diminuição da autoestima." Acompanhadas por amigos, as crianças produziram menos cortisol nos momentos estressantes.

Segundo os autores, este é o primeiro estudo a mostrar benefícios imediatos da amizade entre crianças. Para eles, a descoberta tem implicações de longo prazo na vida das crianças. "Nossas reações fisiológicas e psicológicas para as experiências negativas quando crianças têm impactos mais tarde na vida", explica Bukowski. "A secreção excessiva de cortisol tem consequências, incluindo a supressão imunológica e problemas na formação óssea. O estresse pode realmente retardar o desenvolvimento de uma criança", completa o cientista.

Autistas



Essa atividade de leitura, pode ser desenvolvida com a criança autista da seguinte forma: pode trabalhar com o autista o alfabeto móvel, para que ele memorize as letras a partir desse, trabalhar as palavras junto com a figura do objeto, em destaque a letra que começa a palavra o objetivo dessa atividade é que o autista perceba que a escrita das palavras foi preciso fazer uso das letras do alfabeto.

Atividades Pedagógicas de Cores e Formas Geométricas para autistas

* Joaquim Melo e Ana Maria Nascimento
Não é tão simples ensinarmos cores e formas geométricas para alunos com autismo, porém é possível desenvolver este aprendizado de maneira didádica e prazerosa. Por isso, estamos compartilhando com pais e profissionais que trabalham com pessoas com autismo, esta experiência desenvolvida com nosso filho, o Ulisses, e outros alunos. Em pouco tempo já estamos vendo progresso, pois ele expressa o aprendizado fazendo todas as atividades de forma correta.

As cores e formas geométricas já na Educação Infantil fazem parte do currículo escolar dentro do conteúdo de matemática. Este conteúdo faz parte do nosso dia-a-dia por isso é tão importante ensinarmos aos nossos pequenos. Quando trabalhamos cores estamos também ensinando a criança a classificar. E o ato de aprendermos a classificar a partir das cores faz com que a criança perceba no mundo e na natureza os pequenos detalhes da beleza da vida. A idéia é fazer com que o aluno com autismo consiga generalizar este aprendizado e servirá de porta de entrada para outras vias do conhecimento.

Esta atividade ensina as cores primarias como o azul, vermelho, amarelo e verde com materiais de tampa de diversas garrafas inclusive a de Pet. As formas geométricas são trabalhadas com tampinhas de pet e palitos de picolé de plásticos coloridos. De forma intuitiva o aluno, logo de início consegue entender a atividade.

Passo-a-passo da Atividade: Formas geométricas e cores

Para esta atividade temos o quadrado, retângulo e triângulo impresso na folha A4 cada forma nas quatros cores que são Vermelho, azul, verde e amarelo, estas folhas são plastificadas para melhor durabilidade. Aqui são usados palitos de plasticos coloridos(da kibon do picolé Frutilly), também pode ser usado de outras marcas e de palito de madeira pintado. O tamanho dos lados das formas devem ter o mesmo dos palitos usados. O aluno deve sobrepor cada palito em cima dos lados das formas conforme as cores. No retângulo foi usado dois palitos nos lados maiores.




Atividade do Círculo com tampas de pet. A técnica usada é a mesma, basta fazer o desenho no mesmo tamanho das tampas de Pet, cada circunfência formada de vários círculos representados por cada tampa.





Atividade de Cores com tampas variadas com Velcro. Notem que a idéia agora é trabalhar só cores de forma generalizada, pois estamos usando tampas de vários tamanhos, para que seja entendido que a relação feita é a cor não importando o tipo de tampa. obs: os quadrados demarcados na folha neste momento não denota uma forma geométrica e sim o lugar onde a peça deve ser colocada. Esta atividade deve ser desenvolvida em etapas.

1ª - comece com uma cor em cada folha separada.


2ª - Depois que o aluno conseguir fazer as atividade em cores por vez, desenvolva então com duas cores ao mesmo tempo na mesma folha. 3ª - Depois de ter exercitado nas etapas anteriores, trabalhe agora com as quatros cores as mesmo tempo na mesma folha.
4ª - Nesta última etapa também propomos o trabalho com as quatros cores ao mesmo tempo na folha, diferença é que as cores não estão ordenadas exigindo um grau maior de dificuldade.



















Veja que foram usados materiais reaproveitados como as tampas e palitos de plásticos, que aparentemente não serviriam para fazer nada além de poluir as ruas. Fica a diga de uma forma de uso didático desses materiais.

Muito importante que você aplique as atividades propostas, pois os resultados certamente surgirão.

Fonte: Autismo no Amazonas

 


























Encontre a Sombra



Oficina de APADEM

Estas atividades foram criadas na oficina da

APADEM - Associação de Pais de Autistas e Deficientes Mentais , Cláudia Moraes , responsável por este e outros belíssimos trabalhos.






































Aprendendo Inglês / Learning English

Material utilizado : papelão ( daqueles comprados em armarinho ), atividades feitas no computador e plastificadas, cola quente e velcro adesivado.


















Encontre a metade do peixe







Mais Atividades

- por Silvana Sousa   



Atividade para ensinar os dias da semana , passando após aprendizado,
para o calendário.



Dominó para trabalhar as quantidades .







 







Objetivo : separar os objetos por cores de acordo
com a etiqueta trabalhando o nome e o reconhecimento de cada cor assim como
trabalhar quantidade dos objetos , desenvolvendo conceitos
de maior ou menor quantidade .





Potinhos etiquetados com as cores . Bandeja plástica para delimitar
o espaço da atividade .





Cestinha com os objetos a serem separados





Neste modelo creio que o foco seja a coordenação motora , todavia podemos aproveitar
e trabalhar as cores assim como a noção de sequenciação, sempre observando as limitações de cada criança.














Quebra-cabeça das Vogais





























































Fonte: http://autismo-licaodevida.blogspot.com

Encefalopatia Crônica da Infância, classificação

 




 


A Encefalopatia Crônica Não Progressiva da Infância (eu prefiro este termo à Paralisia Cerebral) é uma condição bastante heterogênea, com apresentação clínica e funcional diversificada. A ECNPI pode ser brevemente definida como um distúrbio do movimento ou da postura decorrente de uma lesão cerebral não progressiva ocorrida durante o período do desenvolvimento cerebral (ou seja, durante a gestação e até cercad e 3-4 anos após o nascimento) . É possível encontrar várias outras definições em livros, no entanto todas concordam com o fato de que se trata de uma lesão ocorrida em um cérebro ainda imaturo. Neste sentido, a região cerebral acometida é fator determinante em como esta condição irá afetar o paciente.
Para o fisioterapeuta não basta o diagnóstico clínico, o mais impotante para quem vai atender um paciente com ECNPI é a classificação do paciente. Creio que este seja o primeiro passo para estabelecer um plano de tratamento adequado.
A classificação de ECNPI deve ser feita basicamente considerando o tipo clínico e a distribuição da disfunção motora no corpo (topografia). A classificação por tipo clínico tenta especificar o tipo de alteração de tônus e/ou do movimento que a criança apresenta, podendo ser classificada em: espástica, (lesão no córtex motor), discinética (lesão nos núcleos da base - subdividida em atetose, coréia e distonia), atáxicas (lesão no cerebelo), e hipotônicas (transitória ou relacionado a ataxia ou atetose). Como se isso não fosse o bastante, ainda é possível observamos sinais de um e outro tipo no mesmo paciente - ECNPI do tipo misto.

Em relação à topografia das áreas do corpo acometidas, tem-se a forma hemiplégica, com envolvimento de extremidade superior e inferior de um lado do corpo, quadriplégica com o envolvimento de extremidades superiores e inferiores, e diplégicos, com maior comprometimento de membros inferiores. (Figura abaixo)


ECNPI Espástica
A alteração do tônus muscular do tipo espástica é a mais comum, acomete cerca de 75% das crianças com ECNPI. As crianças espásticas geralmente apresentam musculatura tensa, contraída, difícil de ser movimentada. Tal contração predomina em alguns grupos musculares e outros não. Também é comum o aparecimento de deformidades musculares. Para estas crianças é importante que sejam indicados aparelhos que possam controlar o aparecimento de deformidades. Este quadro pode ser sub-dividido conforme a distribuição da lesão no corpo, podendo ser diplégica, quadriplégica e hemiplégica. Enquanto a diplégica é definida como um comprometimento maior dos membros inferiores em relação aos superiores, a quadriplégica, é caracterizada pelo comprometimento igual ou maior dos membros superiores e a hemiplégica ocorre quando apenas, um dos lados do corpo é prejudicado. Os pacientes espásticos podem também apresentar características discinéticas, sendo classificados como ECNPI do tipo mista. Nestes casos eu gosto de usar uma nomenclatura que destaca a disfunção mais importante. Ex: Paciente quadriplégico espástico com componente atetóide.
E já que citei os discinéticos, é importante saber que a lesão nos núcleos da base pode levar a apresentação de movimentos involuntários e flutuação do tônus muscular (estas lesões podem também ser causadas por acúmulo de bilirrubina no SNC - Kernicterus). Geralmente são quadriplégicos, observando-se grandes assimetrias e tendências a mover-se em padrões globais (freqüentemente padrões imaturos). Diferem-se entre si pelo padrão de movimento apresentado, podendo ser classificados em atetóides, distônicos e coreicos (alguns autores utilizam também o termo coreoatetóides).

ECNPI do tipo Discinética
A lesão que resulta no aparecimento de movimentos involuntários. Os reflexos primitivos existentes nos recém nascidos podem perdurar e também é comum a falta de controle da saliva e expressões faciais involuntárias. O desenvolvimento motor é retardado. As características típicas desta classificação são movimentos lentos, suaves e contorcidos. De acordo com o tipo destes movimentos existe uma classificação que subdivide esse quadro clínico em três grupos: atetose, coréia e distonia.
Na atetose encontra-se movimento involuntário, lento, também denominado vermiforme, presente nos dedos dos pés e das mãos, os quais dificultam a execução dos movimentos voluntários, pois estes são induzidos ou se acentuam mediante emoção, mudança de postura ou na realização de movimentos intencionais.
A coréia é caracterizada por movimentos rápidos, amplos, irregulares e imprevisíveis comprometendo os músculos da face, os músculos bulbares, as partes proximais das extremidades e os dedos dos pés e das mãos. Estas características podem ser agravadas mediante estresse, excitação e febre.
Na distonia (também conhecida como distonia de torção) ocorre contrações involuntárias, geralmente de grandes grupamentos e afetando principalemente os músculos proximais.
Nos pacientes com ECNPI discinética encontramos uma hipotonia (flacidez muscular) na infância, podendo haver uma mudança para hipertonia (rigidez muscular) na fase adulta, asim sendo, é possível que um paciente mude de classificação ao longo do tempo. É comum que uma pessoa apresente características de mais de um dos agrupamentos acima.

ECNPI do tipo Atáxica
Nestes casos podem haver predeterminantes genéticos que apresentam condições autossômicas recessivas que não são progressivas (hipoplasia cerebelar, deficiência da célula granular e síndrome de Joubert). A denominação ataxia pura é dada à hipoplasia congênita do cerebelo causando um transtorno acentuado da função motora. Em geral as crianças andam de pernas abertas para facilitar a base de sustentação do corpo, aumentando, assim, o equilíbrio. Existe, também, falta de coordenação dos movimentos manuais. Devido a semelhança com características de outros tipos de P.C., sua detecção ficará a cargo de um clínico. Este quadro é evidenciado por uma hipotonia muscular ao nascer e retardo das habilidades motoras e da linguagem. A ataxia tende a melhorar com o tempo. A habilidade verbal está relacionada com a capacidade intelectual, pois geralmente quanto mais acentuada for a deficiência motora pior a deficiência associada.

Naturalmente a avaliação de uma criança com ECNPI não termina por aqui, é essencial avaliar também os marcos do desenvolvimento motor normal, se o paciente realiza trocas posturais e a qualidade do movimento, o nível de atenção e interação com o terapeuta além de aspectos musculoesqueléticos como presença de deformidades ou encurtamentos musculares, apenas para citar alguns fatores a que devemos estar atentos.
Recomendo a leitura de uma monografia com excelente revisão dos fundamentos teóricos dos tipos de ECNPI

Fonte: O Guia do Fisioterapeuta

Dicas de Livros Infantis sobre Crianças Especiais

 




1- ALGUÉM MUITO ESPECIAL
Autora: Miriam Portela
Editora: Moderna - 2ª edição

Idade: a partir dos 9 anos.

China era diferente das outras crianças porque era portador da síndrome de Down. Neste livro, Tico, seu irmão mais velho, conta como conseguiu estabelecer uma comunicação e uma forte ligação com ele. No início não foi nada fácil, mas, com o tempo, Tico compreendeu que China era uma criança diferente e aprendeu muitas coisas com seu parceiro mudo, que "estava olhando pra dentro".
2- GABRIEL E AS VISITAS ESPECIAIS
Autora: Ana Constanca katsuya
Gabriel tem certeza que um super-herói irá visitá-lo em sua classe. Mas Gabriel e seus amigos não imaginavam o quanto especiais eram os seus novos amigos, Mariana e Samuel. O livro aborda o tema da inclusão.


3- LUIZA
Autora:Cristina Maria Rosa
sobre uma criança com Sindrome Down


4- PÉ NA ESTRADA
Autor: Ari Hesck
Editora: Imprensa Livre

PÉ NA ESTRADA - uma aventura sem limites é um livro infantil, uma verdadeira lição de vida, de amor e perseverança. É uma história real de uma viagem de bicicleta, três garotos e um deficiente físico, que sozinhos foram para uma outra cidade e viveram muitas aventuras.
5- JULIA E SEUS AMIGOS
Autor: Lia Crespo
Editora: Nova Alexandria

Uma bela e envolvente história infantil, que traz para a sala de aula uma discussão inadiável: a integração de crianças com deficiências na escola comum. Trata-se da Educação Inclusiva, proposta pedagógica que é apresentada neste livro através das peripécias de Júlia, menina de oito anos, que tem deficiência física. Ela sempre havia estudado em escolas especiais para deficientes, mas agora enfrentará um outro desafio: estudar junto com crianças não deficientes, numa nova escola. Júlia, então, se pergunta: a escola tem rampas para que ela possa se locomover com a cadeira de rodas? As outras crianças vão compreendê-la? Será que a professora é legal? Um livro divertido e emocionante, que mostra a necessidade de se valorizar o diferente, eliminando a segregação e fazendo da escola um espaço de convivência plena entre crianças, pais e educadores.
6- RODRIGO ENXERGA TUDO
Autor: Markiano Charan Filho
Editora: Nova Alexandria

Rodrigo não liga que falem que é cego, mas prefere que se refiram a ele como deficiente visual. Só não gosta mesmo quando o chamam de ceguinho.

Agora, na nova escola, ele tem um grande amigo, o André. E as outras crianças da classe pouco a pouco vão percebendo que o Rodrigo consegue ver as coisas do mundo. Mas de formas diferentes pois, como não tem o sentido da visão, utiliza-se intensamente dos outros quatro para se relacionar com o mundo ao seu redor..
7- NINGUEM E IGUAL A VOCE!
Autora: Andrea Pinto Filipecki

Este livro serve tanto para o professor como as crianças que aprenderão que a individualidade é uma forma de respeito e aprendizado de si e do outro. Ao mesmo tempo, também conscientiza as crianças com necessidades especiais no sentido que são diferentes, e por isso mesmo, devem fazer parte da sociedade normalmente.


8- PATINHO FEIO
Autoras: Margarida Nunes da Ponte; Anabela Caiado
9- CHIBOS SABIÇÕES
Autores: Olalla González; Federico Fernández
10- DANÇA DOWN
Autora: Cláudia Coles
Editora: Paulinas
Livro infantil com braile
11- DORINA VIU
Editora: Paulinas

"Dorina Viu" conta a infância de Dorina Nowill, criadora da fundação que leva seu nome e a maior instituição para cegos do país.

Os profissionais dedicados à educação especial exigem material de apoio que permita tornar a leitura mais acessível a crianças com problemas do desenvolvimento.

Esta iniciativa tenta aproximar e estimular o caminho da leitura a todas elas, contribuindo para romper com as barreiras na comunicação e tornando mais compreensível o mundo da fantasia a muitos meninos e meninas

Os destinatários destes livros são pessoas com necessidades específicas: atraso global do desenvolvimento, perturbações específicas da linguagem (PEL), paralisia cerebral (PC), perturbações do espectro do autismo, dificuldades de aprendizagem, ou seja, utilizadores ou potenciais utilizadores da Comunicação Aumentativa.


OUTRAS DICAS DE LIVROS INFANTIS - CRIANÇAS ESPECIAIS
A Felicidade das Borboletas - Série Amigos Especiais (Patrícia Engel Secco, Editora Melhoramentos. A partir de 6 anos.



Coleção Meu Amigo Down (Claudia Werneck, WVA Editora).A partir de 6 anos.
Um Amigo Diferente? (Claudia Werneck, WVA Editora). A partir de 6 anos.
A Flauta do Sótão (Lúcia Pimentel Góes, Paulus Editora).A partir de 6 anos.
Um Dia Especial para Laurinha - Série Amigos Especiais (Ana Claudia e Ana Lucia e Bastos,Editora Melhoramentos).A partir de 6 anos.
Patrícia (Stephen Michael King, Editora Brinque-Book).A partir de 6 anos.
Meninos e Meninas do Mundo (Núria Roca, Ed. Caramelo).Diferenças de raça, religião e físicas. A partir de 3 anos.
Orelha de Limão (Katja Reider, Ed. Brinque-Book). sobre uma ovelha diferente. A partir de 6 anos.
Esta é Sílvia (Jeanne Willis e Tony Ross, Ed. Salamandra).
Trata de deficiência física. A partir de 6 anos.

O Menino Que Via com as Mãos (Alexandre Azevedo, Ed. Paulinas). A partir de 5 anos.
O Menino e a Foca (Michael Foreman, Ed. Ática). Sobre amizade e deficiência física.
A partir de 8 anos.

Por: Johanna Cordeiro Melo Franco - Terapeuta Ocupacional Infantil - EspeciaIista Integração Sensorial, MétodoTeacch e Conceito Neuroevolutivo Bobath Infantil

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

DICAS PARA LIDAR COM CRIANÇAS DESATENTAS E HIPERATIVAS NA ESCOLA.

 1. Use estratégias e recursos de ensino mais flexíveis até perceber o estilo de aprendizado do aluno. Isso irá ajuda-lo a atingir um nível de desempenho escolar mais satisfatório. 2. Realize tarefas visuo-auditivas. Tarefas com mais de uma pista, facilitam a compreensão e assimilação da informação. 3. Desenvolva um método para auto-informação e monitoração. Ao final de cada semana, reserve alguns minutos para uma conversa com a criança, a fim de saber como ela está se saindo em sala de aula. Ouça sua opinião sobre progressos dificuldades. É necessário que a criança/ adolescente seja um agente ativo no processo de aprendizado. 4. O aluno deve ter reforços positivos quando for bem sucedido. Isso ajuda a elevar a sua auto-estima. Procure elogiar e incentivar o que aquele aluno tem de bom e valioso; 5. Sinalize o aluno, sempre que possível, sobre sua evolução e sucessos. A criança já convive com tantos obstáculos que precisa de estímulo positivo sempre que puder. 6. Procure afixar, em algum lugar visível, as regras de funcionamento em sala de aula. Os alunos se sentem mais seguros sabendo o que é esperado deles. Peça para eles fazerem placas com o que se pode e não pode fazer em sala. 7. Lembre-se que as regras devem ser breves e claras. Use uma linguagem adequada para o nível de desenvolvimento dos alunos. Evite sentenças muito longas. 8. Sempre que possível, transforme as tarefas em jogos. A motivação para o aprendizado certamente aumentará. 9. Estimule a criança a tomar nota dos pontos mais importantes de cada conteúdo. Isso a ajudará a organizar-se melhor. 10. Dê idéias de estratégias que auxiliam na memorização e cumprimento de atividades: anotações coloridas, lembretes, uso de agenda, celular etc... 11. Escrever a mão é uma tarefa difícil para muitas destas crianças. Considere possibilidades alternativas, como digitação em computador. 12. Elimine ou reduza a freqüência de testes cronometrados. Dificilmente, na vida real, a criança terá que tomar decisões tão rápidas. Estes testes apenas estimulam a impulsividade desses alunos. 13. Evite colocar o aluno no canto da sala onde a reverberação do som é maior. Eles devem ficar nas primeiras carteiras, de frente para o professor e de costas para as demais crianças. 14. Faça com que a rotina da classe seja clara e previsível, crianças com déficit da atenção têm dificuldades de se ajustar a mudanças de rotina. 15. Reserve um canto do quadro onde as tarefas do dia fiquem expostas. Vá riscando uma a uma à medida que elas forem concluídas. A criança dessa forma irá se organizar melhor no tempo de cada atividade e no final ela verá a sua produtividade. 16. Afaste a criança das portas e janelas para evitar que elas se distraiam com estímulos alheios. 17. Deixe-as perto de fonte de luz para que possam enxergar bem, se possível em local que não dê sombra. 18. Intercale as atividades de alto e baixo interesse durante o dia. Não concentre o mesmo tipo de tarefas num só período. 19. Permita o movimento na escola. Peça para a criança ir buscar materiais, apagar o quadro, recolher trabalhos. Assim ela pode sair da sala quando estiver mais agitada e recuperar, em seguida, o autocontrole. 20. Esteja sempre em contato com os pais: Anote no caderno do aluno as tarefas escolares, mande bilhetes diários ou semanais e peça aos responsáveis que leiam as anotações. 21. A criança deve ter reforços positivos quando for em sucedida. Elogie-a no momento da atividade realizada com sucesso. 22. Faça uma recapitulação do que foi dito em sala de aula. Use preferencialmente esquemas para ilustrar e seja breve na explicação. 23. Dê ênfase ás palavras mais importantes que designem tempo, espaço, modo e ação. Por exemplo: A lição é para amanhã. 24. Evite dar várias ordens ao mesmo tempo. Diga uma coisa de cada vez. 25. Incentive a criança a utilizar estratégias facilitadoras no seu dia-a-dia, como acompanhar textos com o dedo, régua, assinalar os aspectos mais importantes etc... 26. Repita ordens e instruções, faça frases curtas e peça ao aluno para repeti-las, certificando-se de que ele atendeu; 27. Procure dar supervisão adicional aproveitando intervalos entre aulas ou durante tarefas longas e reuniões;